Copiloto · exercício de retorno · Vegas Card
O retorno de um aporte de R$200 mil por ~15% do Copiloto, em três cenários de ativação da base — mais o rev-share e o efeito de retenção do cartão.
Tudo parte de quanto da base efetivamente compra. Três níveis de conversão anual:
| Cenário | Consumidores | Empresas | Receita/ano 1 |
|---|---|---|---|
| Conservador | 0,30% | 1,8% | ~R$558k |
| Base | 0,50% | 3,0% | ~R$931k |
| Otimista | 0,75% | 4,5% | ~R$1,40 mi |
| Cenário | Ano 1 | Ano 2 | Ano 3 | Acum. 3 anos | Paga o aporte |
|---|---|---|---|---|---|
| Conservador | 112 | 220 | 308 | ~640 | ano 2 |
| Base | 186 | 370 | 518 | ~1.074 | < ano 2 |
| Otimista | 280 | 560 | 784 | ~1.624 | ano 1 |
Rev-share acumulado em 3 anos. Em todos os cenários, o rev-share sozinho devolve o aporte de R$200k com folga — e a participação ainda fica de pé.
Além do caixa do rev-share, a Vegas detém ~15% do negócio. Valor estimado da fatia em ~3 anos, por cenário:
| Cenário | Valor da fatia (~15%) |
|---|---|
| Conservador | ~R$185–277k |
| Base | ~R$310–466k |
| Otimista | ~R$470–705k |
Um benefício de viagem premium com o selo Vegas dá à base um motivo a mais para ficar. Mesmo um efeito pequeno vale muito na escala de vocês:
200.000 clientes × 0,5 ponto de churn a menos = 1.000 clientes retidos/ano. A um valor líquido de ~R$400/cliente/ano, são ~R$400 mil/ano preservados — potencialmente maior que o próprio rev-share, e recorrente.
A Vegas conhece o seu churn e o LTV reais; o número certo sai desses dados. O ponto: o benefício se paga em retenção antes mesmo do rev-share.
| Cenário | Rev-share | Participação | Total (fora retenção) | × o aporte |
|---|---|---|---|---|
| Conservador | ~640 | ~230 | ~870 | ~4× |
| Base | ~1.074 | ~390 | ~1.460 | ~7× |
| Otimista | ~1.624 | ~590 | ~2.210 | ~11× |
A Vegas é a única que coloca capital (R$200k). Como o rev-share sozinho devolve o aporte já no 1º ano, a TIR do capital é de três dígitos em todos os cenários. Isolando só a rentabilidade da participação (dividendos + valorização da fatia, sem o rev-share), o capital rende ~28% / 57% / 85% ao ano (conservador / base / otimista) — e o rev-share vem por cima.
Um aporte de R$200 mil que se paga em ~1–2 anos só de rev-share, deixa a Vegas com ~15% de um negócio que cresce e ainda reforça a retenção do cartão — sobre uma base que já é da Vegas.
O Copiloto cobra do cliente ~20% do que ele economiza (cenário base). O bom para a Vegas: como o rev-share incide sobre a receita bruta, a sua parte é resiliente ao preço — mesmo numa margem menor, o rev-share devolve o aporte com folga.
| Margem do cliente | Rev-share Vegas (3a) | Retorno total (3a) |
|---|---|---|
| 20% da economia (base) | ~R$1,07 mi | ~R$1,46 mi |
| 15% | ~R$0,81 mi | ~R$1,10 mi |
| 10% | ~R$0,54 mi | ~R$0,69 mi |
| Termo | O que quer dizer |
|---|---|
| Rev-share | "Divisão da receita." Uma fatia de cada venda originada na base Vegas vai para a Vegas. Ex.: 20% → de cada R$100 de receita, R$20 para a Vegas. |
| Participação (equity) | O pedaço da empresa que a Vegas detém (~15%) — valoriza conforme o negócio cresce. |
| Churn | A taxa de clientes que cancelam o cartão. Menos churn = mais clientes retidos. |
| LTV | O valor total que um cliente gera para a Vegas ao longo do tempo. |